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Carl Gustav Jung
Quem olha para fora sonha, quem olha para dentro desperta!
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Qual buraco se abriu no chão e mudou teu nome?
Era uma vez uma deusa chamada Core. Conhecida como a deusa das flores, dos frutos, da natureza em broto. Filha deZeus e Deméter, ela vivia entre os jardins, e estava sempre protegida pela presença da mãe. Até que um dia, enquanto caminhava entre as flores, o chão se abriu. De dentro da fenda surgiu a carruagem de Hades, senhor do submundo. Core foi raptada. O chão se abriu e Core foi raptada de si mesma. No submundo, o seu destino se alterou. E ao provar a romã ofer
Emanuelle Tinel
16 de mar.3 min de leitura


A rivalidade feminina está a serviço de quem?
Esse conflito não é individual: é coletivo, histórico e continuamente reforçado ao longo de milhares de anos, atravessando culturas. Podemos observá-lo nas mitologias antigas e, ainda hoje, nas músicas, nos livros e nas redes sociais. A mitologia grega nos narra um julgamento de beleza que se tornou o estopim de uma guerra entre gregos e troianos que durou uma década. Excluída do casamento de Peleu e Tétis, Eris, deusa da discórdia, lança um pomo de ouro com a inscrição “à ma
Emanuelle Tinel
13 de fev.3 min de leitura


Helena de Troia e o mito da beleza
Helena de Troia e o mito da beleza Conta o mito que Helena, princesa de Esparta, era filha de Leda e Zeus. Semideusa, foi considerada a mulher mais bela do mundo.Desde a infância, sua beleza representou riscos: Helena chegou a ser raptada por Teseu, rei de Atenas, sendo posteriormente resgatada por seus irmãos. Sua beleza passou a operar como um fator de objetificação, transformando-a em troféu. Diversos homens gregos disputaram sua mão não apenas pelo desejo de possuí-la c
Emanuelle Tinel
2 de fev.3 min de leitura
Cassandra, a mulher desacreditada
Talvez você já tenha ouvido falar de Cassandra, princesa de Tróia, filha de Hécuba e Príamo. A narrativa de seu mito pode ser lida como a expressão de um feminino cuja forma de saber já não encontrava legitimidade na nova organização de um mundo patriarcal, marcado pelo logos, pela guerra e pelo poder masculino. A mitologia grega nos conta que Apolo - deus da luz, da razão e da profecia - prometeu a Cassandra o dom da visão do futuro em troca de sua entrega amorosa. Após rece
Emanuelle Tinel
26 de jan.3 min de leitura
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